Crioulaço define primeiros campeões da raça Crioula no ciclo de 2021

O ano do Cavalo Crioulo já inicia com decisão. De 14 a 17 de janeiro, o Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), receberá a final nacional do Crioulaço, modalidade do laço promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). Devido à pandemia, neste ano serão disputadas apenas as Forças A, B e C, Laço Criador e Potros de Ouro.

Conforme o coordenador da Subcomissão do Crioulaço da ABCCC, Marcelo Corrêa, devido à limitação por causa da pandemia, o ciclo não ocorreu normalmente, por isso foram abertas inscrições, que acabaram rapidamente. “As inscrições foram muito rápidas. Este é um sinal de que as pessoas queriam muito estar no palco maior. Estaremos trabalhando com a final nacional fazendo e ajudando a todos a ter o maior evento neste ano que começa”, destaca.

Segundo Corrêa, a modalidade vem crescendo em todo o país e ajudando no fomento da raça. “A ABCCC vem fomentando o laço do Cavalo Crioulo e a cada ano vem aumentando os participantes. Isto significa que estamos no caminho certo, procurando ajudar as famílias do laçador e os amantes do Cavalo Crioulo”, observa.

Os protocolos sanitários que iniciaram no ano passado continuam valendo nesta temporada. Os conjuntos que participaram de atividades neste ciclo já têm sua categoria (Força) determinada para a grande final, de acordo com a classificação obtida na prova. Quem quiser acompanhar a final, poderá fazer pelo Youtube da ABCCC com a transmissão ao vivo e informações nas demais redes sociais.

Confira a programação

14 de Janeiro de 2021 (Quinta–feira)
08h – Início da entrada dos animais

15 de Janeiro de 2021 (Sexta–feira)
08h – Início da revisão dos animais e entrega dos coletes
12h – Fim da entrada dos animais
14h – Fim da revisão dos animais e entrega dos coletes do Laço Criador e Potros de Ouro
15h – Laço Criador B (Classificatória) (Passa 10 para final)
– Laço Criador A (Classificatória) (Passa 10 para final)
– Laço Potros de Ouro (100 vagas)
20h30min – Fim da revisão dos animais e entrega dos coletes das Duplas

16 de Janeiro de 2021 (Sábado)
07h30min – Laço Dupla Final Nacional A (Classificatória)
– Laço Dupla Final Nacional B (Classificatória)
– Laço Dupla Final Nacional C (Classificatória)
12h – Pausa para o Almoço (descanso do gado)
13h30min – Continuação da prova
19h – Abertura Oficial da Final Nacional do Crioulaço
– Laço Criador B (Final)
– Laço Criador A (Final)

17 de Janeiro de 2021 (Domingo)
08h30min – Final Força A
– Final Força B (Para em 10 ou menos)
– Final Força C (Para em 15 ou menos)

Foto: Felipe Ulbrich/ABCCC/Divulgação
Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

Rédeas de Ouro apresenta vencedores do ano na modalidade

O encerramento do Rédeas de Ouro 2020 será marcado pelas grandes médias alcançadas pelos conjuntos do Campeonato Nacional Aberto, pelo bicampeonato de Jone Carlos da Silva e pelo tricampeonato de Jubileu da Roraima, fatos que concluíram com grande estilo uma edição histórica na principal pista da raça Crioula, no Parque de Exposições Assis Brasil de Esteio (RS), entre os dias 7 e 12 de dezembro. A competição foi organizada pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

O tordilho Jubileu da Roraima escreveu mais uma vez o seu nome na história da modalidade. Pela terceira vez venceu o Campeonato Nacional do Rédeas de Ouro, com 223 de nota, agora com Jone Carlos da Silva. O feito já havia sido alcançado nas edições dos anos de 2018 e 2019, em ambas com Gilson Diniz Filho, atingindo 223,50 e 220,50 de nota, respectivamente. É de propriedade de Evandro Levendosk, competidor de rédeas que conquistou o Campeonato Nacional Amador N4 com o próprio Jubileu nesta edição, com 218,5 de nota.

O momento foi igualmente impactante para o cavaleiro que começou a correr o Rédeas de Ouro em 2019, conquistando na ocasião o já mencionado Campeonato Nacional e o Potro do Futuro do Rédeas de Ouro. “Eu tô muito feliz. Ele é um cavalo muito especial, por isso ele é tricampeão. Eu tô muito feliz por ser bicampeão, venho trabalhando firme pra isso. E o Evandro Levandosk me deu a oportunidade de montar nesse garanhão”, comemorou o cavaleiro.

Além disso, as médias do Campeonato Nacional também impressionaram. O 10º colocado, por exemplo, com o próprio Jone Carlos da Silva atingiu 214 de nota, cujos desempenhos foram escalando até o topo da tabela de classificação com os 223 pontos do conjunto campeão.

Já Gabriel Martins garantiu os pódios do Campeonato Nacional Amador e Potro do Futuro Amador. O cavaleiro faturou mais alguns títulos para uma carreira vitoriosa. No Potro do Futuro Amador, venceu nos níveis 2, 3 e 4 com Talentoso do AEC, atingindo 207,5 de nota. Já no Campeonato Nacional Amador, mais uma vez comprovou ser parte de um conjunto de craque. Venceu com Craque Marca dos Santos as categorias 2, 3 e 4, com 218,5 de nota.

Na noite desta sexta-feira, 11 de dezembro, o multicampeão Gilsinho Diniz entrou em pista no último box com Guardião Marca dos Santos e saltou à liderança do Nível 4 do Potro do Futuro aberto, com 218,5 de nota. O cavalo tostado, aliás, traz “sangue de campeão”, já que é filho do bicampeão Nacional Aberto e Nacional Amador da ABCCC, F5 Licurgo Tapajós, o “Loiro”, que também representou a raça Crioula e o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais 2018, nos Estados Unidos.

No Nível 3 do Potro do Futuro, o conjunto campeão foi formado pelo cavaleiro e coordenador da Subcomissão de Rédeas da ABCCC, Antônio Corrêa, montando Zehava do Trinta e Oito e 215 de nota. No Nível 2, o Freio de Ouro 2017 com PN Cambiasso, Adriano Comunello, levantou o troféu após ter conquistado 210,0 de nota com Rincon da Bela Aliança.

Em sua segunda edição, Mapuche Reining Cup premiou os trios vencedores. A competição, que é promovida pela Cabanha Mapuche dentro do Rédeas de Ouro, estimula a participação de trios compostos por competidores dos níveis profissional, amador e principiante. O trio vencedor foi composto por Bruno Perrella, com Fortuna Marca dos Santos; Gabriel Cordeiro Martins, com Craque Marca dos Santos; e Jone Carlos da Silva, com Jubileu da Roraima. O total de pontos obtidos pelo trio foi de 653,50. O prêmio individual foi entregue ao próprio Jone, com os seus 223,0 pontos.

Na abertura da programação do Rédeas de Ouro 2020 os 16 conjuntos da categoria Snaffle Bit aberto entraram em pista em busca de uma premiação igualmente inesquecível. Igualada à oferecida ao Potro do Futuro, os cavaleiros e cavaleiros que montaram cavalos com até três anos hípicos tiveram um incentivo extra. O conjunto campeão foi formado pela amazona Carolina Paiva Bianchi com Abismo do Trinta e Oito, com 216,5 de nota.

Além de garantir um prêmio de R$ 10 mil e uma sela, Carolina ainda comemorou a história de superação que foi construída com tostado salino salgo direito. “É o primeiro que pego desde o início para domar e treinar e eu nunca tinha corrido um Snaffle Bit, e eu tô muito feliz. Esse potro tem um coração muito grande porque eu me machuquei com uma égua, um tempo atrás, que ela caiu por cima de mim e no fim quebrei duas costelas. Ele ficou dois meses parado, faz 40 dias que eu voltei a montar nele. É um cavalo que me surpreende muito”, valorizou.
 
A pandemia impôs uma série de dificuldades que impactaram por completo a vida em sociedade, incluindo o calendário anual da raça Crioula. A mudança da pista do Rédeas de Ouro, que seria realizada em Campina Grande do Sul (PR), a menos de um mês para a competição, foi mais um desses obstáculos. Apesar disso, o evento foi realocado para a principal pista da raça, em Esteio/RS, que foi preparada para receber os conjuntos da modalidade de rédeas.

O esforço despendido pela ABCCC foi reverenciado pelo coordenador da Subcomissão de Rédeas, Antônio Corrêa. “Nós nos preocupamos demais, mas uma coisa sempre firmamos às pessoas: vai acontecer o Rédeas de Ouro. Tenho certeza absoluta que superamos todas as expectativas. Nós tivemos comentários de pessoas que conhecem as pistas do Brasil e pistas lá fora, que a nossa não deixou nada a desejar para nenhuma outra. A prova disso é que as maiores notas dos campeonatos nacionais do Rédeas de Ouro aconteceram nesta tarde aqui”, valorizou.

O Rédeas de Ouro teve a avaliação dos juízes Fernando Oliveira, Hiram Resende, Marcos Antônio da Silva Jr, Ricardo Heymann e Reginaldo Melo Rosa, que compõem o corpo da Associação Nacional do Cavalo de Rédeas (ANCR), incluindo o juiz de equipamento Ederson Machado. A lista completa dos vencedores e mais informações sobre as finais do Rédeas de Ouro podem ser conferidas no site da ABCCC em www.abccc.com.br.
 
Foto: Fagner Almeida/ABCCC/Divulgação
Texto: Redação ABCCC

Rédeas de Ouro decidirá campeões do ciclo com recorde de inscritos

Última modalidade de 2020 a ter seu ciclo definido, o Rédeas de Ouro vai tomar a pista do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), até o dia 12 de dezembro. A competição, organizada pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) que teve seu local alterado de Campina Grande do Sul (PR) para o palco do Cavalo Crioulo, vai receber um número recorde de participantes, chegando a casa dos 300 inscritos.

Conforme o coordenador da Subcomissão de Rédeas da ABCCC, Antonio Corrêa, a alta nos inscritos é uma grata satisfação. “O pessoal abraçou a prova, comprou a ideia do Rédeas de Ouro definitivamente. Tínhamos receio pela troca de local baixar os números de inscritos. Mas graças ao trabalho que estamos desenvolvendo com as ações que estamos fazendo, está ajudando a garantir este grande número de inscritos. Teremos um grande evento, pois o Rédeas de Ouro já é considerado um dos grandes eventos do país pelo seu nível técnico”, destaca.

As provas vão distribuir mais de R$ 140 mil em premiação, sendo que a maior novidade está na premiação ao Snaffe Bit que foi igualada à do Potro do Futuro. Serão definidos os vencedores nas categorias que compõem as disputas do Campeonato Nacional, Potro do Futuro e Snaffle Bit. Também está confirmada a segunda edição da Mapuche Reining Cup. As regras sanitárias para a final já aplicadas em outras modalidades continuam em vigor e o público poderá acompanhar a decisão pelos canais oficiais da ABCCC.

Os responsáveis por avaliar os conjuntos foram selecionados. Fernando Oliveira, Hiram Resende, Marcos Antônio da Silva Jr, Ricardo Heymann e Reginaldo Melo Rosa vão julgar e definir, a partir dos desempenhos em pista, os campeões do Rédeas de Ouro 2020. A análise de equipamento ficará a cargo de Ederson Machado.

Confira a programação

10 de dezembro de 2020 (Quinta-feira)

14h – Concentração de Machos
16h – Snaffle Bit Aberto (Percurso 05)
19h – Primeira passada Nacional Aberta (Percurso 08) e Primeira passada da Mapuche Reining Cup

11 de dezembro de 2020 (Sexta-feira)

8h – Final do Rédeas de Ouro 2020
9h – Final do Rédeas de Ouro 2020
– Principiante Aberto (Percurso 05)
– Principiante Amador (Percurso 05)
– Iniciante Amador (Percurso 14)
– Jovem 10 (Percurso 14)
– Snaffle Bit Amador (Percurso 05)
19h – Final do Rédeas de Ouro 2020
– Potros do Futuro Aberto (Percuso 05)

12 de dezembro (Sábado)

8h – Repescagem Nacional Aberto (Percurso 05)
Após – Final do Rédeas de Ouro 2020
– Potros do Futuro e Nacional Amador (Percurso 05)
12h – Sorteio da ordem de entrada dos finalistas
13h – Selo de Raça
14h – Leilão Cabanha Roraima
18h30min – Abertura Oficial
19h – Final do Rédeas de Ouro 2020
– Categoria Nacional Aberta (Percurso 09)

Foto: Felipe Ulbrich/ABCCC/Divulgação
Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

Movimiento a La Rienda apresenta campeões do ciclo 2020

O sábado, 5 de dezembro, na pista do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), foi dedicado às categorias Crioulos do Futuro e Profissional A e B. Ao todo, 26 conjuntos foram avaliados e formaram os últimos pódios da modalidade em 2020, ano no qual completa dez anos anos como prova oficial da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

O resultado no Crioulos do Futuro – destinada para animais até três anos hípicos – fez do cavaleiro Cleiton Guimarães de Vargas pentacampeão da categoria. Desta vez, o título foi conquistado com Mapuche Martita, uma lobuna domada pelo próprio campeão. A pontuação total foi de 45,250. “É uma égua de um temperamento muito bom, muito mansa, ela aceitou desde o começo o treinamento e se renova muito bem de uma manobra a outra porque ela descansa, relaxa e isso ajuda a gente”, enfatizou.

No Profissional B, a nota mais alta após oito movimentos foi obtida por Pietro Zanchetta, que montou Guzman da Tuneira: 35,833. Há anos competindo no Freio Jovem, é a primeira vez no Movimiento a La Rienda. “Eu nem imaginava que isso podia acontecer, até porque eu vim só pra conhecer e nunca tinha corrido, mas já que deu certo, graças a Deus”, celebrou.

Já o topo do pódio da categoria Profissional A foi decidido na última corrida, já que Cleiton Guimarães de Vargas entrou em pista com Vento Negro da Robsur para defender o título conquistado em 2019. Deu certo! Com 57,500 de nota final, o conjunto tornou-se bicampeão da categoria. “A gente entra no compromisso, então tem que tentar manter a calma e tentar tirar o melhor do cavalo, e a gente conseguiu. Eu confio muito no cavalo”, finalizou.

O que pode ser salientado como evolução na última década é o julgamento, na opinião do coordenador da Subcomissão de Movimiento a La Rienda da ABCCC, Golbery Accioli de Vasconcellos. “As notas mais precisas, os critérios muito mais alinhados, consequentemente, melhoram a qualidade dos conjuntos. Além do julgamento, foi o novo formato que a prova teve. Porque no começo os jurados ficavam dentro da pista. Agora, não, ficam fora da pista. Isso aí mudou completamente a prova, não a prova em si, mas mudou a plástica da prova, facilitou o julgamento”, opinou.

Ocorreram neste ano também as estreias das categorias Infantil e a Feminina. Agora, em 2020, foram elas as responsáveis por abrir a final de La Rienda. Os oito movimentos foram executados por cinco conjuntos da categoria Infantil. O cavaleiro Martin Alba Heller, de 10 anos de idade, sagrou-se bicampeão com Malaparte do Infinito (com 30,000), além de vice-campeão (com Campana Reboliço e 27,750) e terceiro lugar (com Mapuche Hechicera com 27,667). Em quarto lugar, Alvaro Alexandre Fidler com Capricho de Santa Angélica (com 25,833).

Na categoria Feminina, o título ficou com uma estreante. A amazona Amanda Nunes Pinto atingiu 35,000 de pontuação com Soberano do AEC. Oriunda do rédeas, destacou o seu treinamento para chegar até aqui. “Eu mesma treino os meus cavalos. Trabalho durante o dia em Porto Alegre e à noite vou para o CT treinar. Eu nunca tinha corrido La Rienda, meu cavalo é de rédeas, aí eu decidi que ia correr”, relatou. O segundo lugar ficou com Isadora Casagrande e Riacho Frio Javaé (28,883).

Com quatro conjuntos no Amador B, o atual Freio de Alpaca da Master A do Freio do Proprietário 2020 sagrou-se também campeão da categoria: foi Hendrik Barcelos Platte, montando novamente Vendaval da Lua Branca, com 41,333 de nota. O cavaleiro também garantiu o terceiro lugar da categoria, com 37,500, montando Nacib do Pontal. “Eu disputo o La Rienda porque eu acho que é uma modalidade que vai dar base para as outras, e como não envolve gado talvez fique até mais fácil de treinar. É interessante, a gente não deixa de participar, a gente continua montando, trabalhando a equitação, e até como criador eu acho que a gente tem que fomentar as provas”, comentou Hendrik após sua apresentação em pista.

Na Amador A, Roberto Vidal Hawerroth com Galanteador do Vô Aldo foi o campeão da sua categoria ao atingir 43,167. O conjunto, aliás, já havia vencido no La Rienda em 2019, porém na categoria B. Após a prova, Roberto até chegou a dizer que “não conseguiu demonstrar” por completo a capacidade do cavalo, mas no fim o desempenho foi o mais alto do certame. “Eu achei que esse cavalo vinha pra fazer mais ou menos entre 53 e 55 pontos, e eu não consegui demonstrar o cavalo, não consegui, mas mesmo assim deu pra chegar. Às vezes a gente tem que contar um pouco com a sorte também”, celebrou.

Confira os vencedores

PROFISSIONAL A

VENTO NEGRO DA ROBSUR
CRIADOR: ROBERTO ANIBAL MACHADO DE OLIVEIRA; EXPOSITOR: ROBERTO ANIBAL MACHADO DE OLIVEIRA; ESTABELECIMENTO: CABANHA ROBSUR, JOINVILLE-SC
GINETE: CLEITON GUIMARÃES DE VARGAS. NOTA: 57,500

PROFISSIONAL B

GUZMAN DA TUNEIRA
CRIADOR: LÚCIO MACHADO FONTOURA; EXPOSITOR: PEDRO ZANCHETTA; ESTABELECIMENTO: CT MARCELO SOUZA, SAPUCAIA DO SUL-RS
GINETE: PIETRO ZANCHETTA. NOTA: 35,833

CRIOULOS DO FUTURO

MAPUCHE MARTITA
CRIADOR: OSVALDO E RENATO VACINALETTI; EXPOSITOR: OSVALDO E RENATO VACINALETTI; ESTABELECIMENTO: CABANHA MAPUCHE, PANTANO GRANDE-RS
GINETE: CLEITON GUIMARÃES DE VARGAS. NOTA: 45,250

CATEGORIA INFANTIL

MALAPARTE DO INFINITO
CRIADOR: ROBERTO SIDNEY DAVIS JÚNIOR; EXPOSITOR: IVAN ATALIBA CEZIMBRA, CLAIR HELLER E KAMILA RODRIGUES DA SILVA; ESTABELECIMENTO: CABANHA ICH, ESTEIO-RS
GINETE: MARTIN ALBA HELLER. NOTA: 30,000

CATEGORIA FEMININA

SOBERANO DO AEC
CRIADOR: ALCEU ESTEVÃO DA CRUZ EXPOSITOR: AMANDA NUNES PINTO ESTABELECIMENTO: CT LA TORMENTA, GRAVATAÍ-RS
GINETE: AMANDA NUNES PINTO. NOTA: 35,000

CATEGORIA AMADOR B

VENDAVAL DA LUA BRANCA
CRIADOR: VLADIMIR VICTOR STREIT; EXPOSITOR: HENDRIK BARCELOS PLATTE; ESTABELECIMENTO: CABANHA GARUDA, VIAMÃO-RS
GINETE: HENDRIK BARCELOS PLATTE. NOTA: 41,333

CATEGORIA AMADOR A

GALANTEADOR DO VÔ ALDO
CRIADOR: DANIEL BUNN; EXPOSITOR: RANCHO SALAMANQUEIRO; ESTABELECIMENTO: RANCHO SALAMANQUEIRO, SANTO AMARO DA IMPERATRIZ-SC
GINETE: ROBERTO VIDAL HAWERROTH. NOTA: 43,167

Foto: Fagner Almeida/Divulgação
Texto: Pedro Henrique Krüger/ABCCC
 

Superação marca final do Inclusão de Ouro da ABCCC

Não há barreiras que não possam ser rompidas se houver Cavalo Crioulo. Ano a ano, essa afirmação ganha envergadura diante das dificuldades, como a atual pandemia. Na modalidade Inclusão de Ouro não é diferente. Na verdade, aliás, o espírito de luta é uma tônica. Essa coragem mais uma vez entrou na pista dos campeões de Esteio (RS), na noite deste sábado, 28 de novembro, com a presença de nove conjuntos habilitados à segunda final oficial do Inclusão de Ouro da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

O ciclo foi capaz de promover classificatórias nas cidades de Arroio Grande (RS), Esteio e Rio de Janeiro (RJ), das quais saíram os conjuntos que disputaram a final. A dupla de jurados foi formada por José Francisco de Moura e Mário Moglia Suñe. Na Força A, Ítano Kelvin Pereira Figueiredo com El Barquero 33 Chubut foi bicampeão do Inclusão de Ouro com 44,300. Após a premiação, o campeão disse acreditar que a modalidade nunca parará de crescer. “Pra nós é uma alegria muito grande a proporção que está tomando, mesmo com toda essa pandemia este ano, a gente conseguir fazer a nossa final e ter nove participantes já é um grande prêmio pra nós”, destacou.

Na Força B, o primeiro lugar ficou novamente com a coordenadora da Subcomissão do Inclusão de Ouro e agora bicampeã, Josilene da Silva Martins, montando Caduco Cala Bassa. “Estar no palco maior da raça, poder terminar o ciclo e saber que a nossa modalidade tem aceitação, tem essa vibração do público e essa torcida, é o que vale a pena, é o que faz a gente trabalhar pra estar aqui e evoluir a cada ano”, avaliou.

A primeira fase da Força A é composta por uma etapa de andadura e, na segunda fase, por uma de escaramuça livre de 40 segundos. Já a terceira fase é uma figura. Em relação aos competidores da Força B, estão isentos de penalizações e realizam uma andadura e uma escaramuça livre. Dentro da pista é permitida a presença de treinadores ou guias, além de ser obrigatória a presença de quatro pessoas montadas nas extremidades demarcatórias da pista e quatro a pé, intercaladas, para que ajam se houver alguma emergência.

Confira o Resultado

FORÇA A

1º lugar
Ítano Kelvin Pereira Figueiredo montando El Barquero 33 Chubut
Média final: 44,300

2º lugar
Fábio Santos dos Santos montando Huarê do Parque
Média final: 36,400

3º lugar
Gabriel Paiva dos Santos Alfaro montando Petala do Liscano
Média final: 33,600

4º lugar
Dionatan Braz Martins montando Palermo da São Clemente
Média final: 31,700

FORÇA B

1º lugar
Josilene da Silva Martins montando Caduco Cala Bassa
Média final: 23,000

2º lugar
Hugo Pereira Antonino montando Conquista do Camboatá
Média final: 21,850

3º lugar
Luciano Silva Freitas montando El Gladiador 43 do Cerro Velho
Média final: 21,800

4º lugar
Marcio de Azevedo Velho montando Atlas do Pampa Livre
Média final: 20,200

Menção Honrosa
José Henrique Machado de Lima montando Capão Extremidade
Média final: 20,175
 
Foto: Fagner Almeida/ABCCC/Divulgação
Texto: Redação ABCCC